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sábado, março 27, 2004

De malas feitas 

O acentos e cedilhas mudou de endereço. A partir de agora, deixa de existir nesta morada e passa a ser actualizado aqui.
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terça-feira, março 23, 2004

Só porque hoje estive no Porto 

O Porto é uma cidade tão linda. Eu não sou de lá, mas é um local onde gostaria de vir a morar.
Um local vale pelo seu todo e não só pela beleza da sua paisagem. Pois, a meu ver, a cidade do Porto tem valor pelo seu todo: as ruas, os edifícios, as iniciativas e, acima de tudo, o ar de simpatia estampado no rosto da maioria das suas gentes. Quão bem me faz olhar para aqueles transeuntes que me olham com familiaridade, como se me conhecessem sem conhecer!

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segunda-feira, março 22, 2004

Esta serenidade 

Esta serenidade que trago em mim, há alguns dias, até me faz sentir diferente. É como se alguma coisa tivesse mudado em mim. Não é habiual conseguir esta proeza de me manter calma, durante muito tempo, aconteça o que acontecer. Mas, ultimamente, não tenho sentido a ansiedade e inquietação que, normalmente, me acompanham. Preocupante? Não, pois também não me sinto apática. Há apenas uma coisa que me preocupa... A consciência de que este estado de espírito, tal como qualquer outro, é vulnerável e que, talvez quando menos esperar, pode ser abalado. Enquanto isso, vou fruí-lo ao máximo, pois faz-me sentir tão bem!
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sábado, março 13, 2004

Um dia para NÃO esquecer 

Se há dias falava em esquecer uma determinada fase da minha vida, embora sabendo que isso é impossível, hoje tive um dia do qual nunca me esquecerei. Não são apenas os dias que correm bem que nos ficam, e nos devem ficar, perpetuados na memória. Mas, quando o dia nos corre mesmo bem, quando algo de bom acontece é com prazer que o recordamos e isso faz-nos, ainda que por momentos, felizes. É que hoje conheci pessoas que, para além de serem interessantes, me fizeram, mais uma vez, acreditar na bondade, na simpatia, na humildade, na boa vontade, na ajuda sem nada querer em troca que (ainda) existem no ser humano.
É bem verdade que isto me marcou. Talvez noutra altura isto não me teria marcado tanto. Mas, depois de vermos e sabermos que há tanto ódio, ressentimento, sede de vingança, luta pelo poder, cinismo e tantas outras coisas nefastas e nada necessárias, constatar que existem pessoas, para além das que me são já mais próximas, que gostam do seu semelhante e que o acolhem de braços abertos sem pensar que há sempre algo de maléfico por detrás de uma aproximação deixa-me feliz.
É confortante sentir confiança nos outros; é preciso continuar a acreditar na paz entre os Homens.
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quinta-feira, março 11, 2004

Tenho tanto sentimento que... 

Tenho tanto sentimento
Que é freqüente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.
Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.


Fernando Pessoa, 18-9-1933

Pois é, quantas vezes o pensamento desperta sentimentos! Sentimentos que não seriam despertados se não tivéssemos pensado em alguma coisa boa ou má, real ou mero fruto da nossa imaginação, conveniente ou inconveniente...
E os sentimentos? Esses que podem ser fruto do pensamento, também nos fazem despertar pensamentos, imaginar situações que jamais se concretizarão, outras que talvez, ainda que a hipótese seja bastante remota.
Sentimentos e pensamentos. Tão intrínsecos; tão necessários; tão inultrapassáveis; tão nossos.


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terça-feira, março 09, 2004

Há dias para tudo 

A vida até pode ser curta, mas ainda bem que há dias para tudo: para sorrir; para chorar; para pensar; para recordar; para esquecer... O dia de hoje é, sem dúvida, para esquecer! Mais concretamente a madrugada de hoje... Para esquecer o que senti, para esquecer o que fiz, para esquecer o que disse e o que ouvi.
Assumir aquelas horas como se elas não tivessem passado pela minha vida; considerá-las qualquer coisa como um mero pesadelo é o caminho a seguir. Porque recordar-me delas só me fará sofrer, despertar a mágoa que senti. Lágrimas foram libertadas e ainda bem, porque com elas libertou-se a mágoa.
Há momentos assim... Para esquecer, mas que são decisivos na nossa vida.
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quinta-feira, março 04, 2004

Que saudades... 

Foi-se o apagão... A internet resolveu voltar, ou melhor, desta vez os técnicos, depois de tanta imbecilidade, conseguiram resolver o problema! E a minha alegria, proporcionada por este espaço, voltou. Bem, agora vou ter aulas, mas logo à noite vou escrever mais e melhor.. Ai que saudades que eu já tinha do meu humilde weblog e de "cuscar" aqueles que mais me agradam!!!
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